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A Universidade do Algarve passou a ter um Plano Inclusivo de Igualdade de Género (PI²Género UAlg), que vem reforçar compromisso da academia algarvia «com a igualdade de oportunidades entre mulheres e homens» e que pretende «afirmar a instituição como um local de tolerância, com respeito pela diferença, sem barreiras».

«Elaborado por um grupo de trabalho coordenado pela vice-reitora para a Internacionalização e Desenvolvimento Sustentável, Alexandra Teodósio, este plano segue as orientações internacionais nesta matéria, nomeadamente as elaboradas pelo European Institute for Gender Equality, e visa promover a sustentabilidade através da inovação e da inclusão no ensino e na investigação, num clima de proximidade, envolvendo também a comunidade e agentes públicos e privados da região algarvia», segundo a UAlg.

O PI²Género UAlg «prevê um conjunto de ações que visam integrar na estrutura institucional da UAlg a dimensão género, considerando o exemplo a partir das lideranças, órgãos de governo e gestão da instituição, numa perspetiva de constante evolução, em função dos mais exigentes padrões nacionais e internacionais».

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O plano também visa «intensificar uma cultura organizacional promotora da igualdade de género e da inclusão, considerando meios de comunicação formais e informais, práticas ativas e inclusivas a nível interno e externo (região)».

«O PI²Género UAlg visa ainda promover a articulação da vida familiar de todos os trabalhadores e estudantes, na promoção do bem-estar num ambiente saudável. Neste conjunto de ações está também prevista a mitigação dos desequilíbrios da dimensão do género no ensino e na investigação em áreas como as Ciências Exatas, da Engenharia e as Ciências da Saúde, considerando a vertente regional, nacional e internacional da UAlg», acrescentou a instituição.

Através deste plano, «a UAlg visa reduzir as desigualdades de género de forma inclusiva, progressiva e monitorizada, para capacitar toda a Academia na área da inclusão social, económica e política, não podendo ninguém ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, género, língua, território de origem, etnia, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual».

 

 



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