Grândola, vila morena: a exposição que mostra a história de um encontro que se fez poema

Mostra tem 21 molduras

Francisco Fanhais, Zeca Afonso e José Mário Branco

Chama-se Grândola, vila morena e relata a história de um encontro que se fez poema, canção e liberdade. A exposição, constituída por 21 molduras, pode ser visitada, no Cineteatro Grandolense, por marcação.

Segundo a Câmara de Grândola, a mostra tem molduras «com as dimensões de 50×70 centímetros e foi concebida a pensar em futuros projetos de itinerância».

«Assim, tal como a canção que a motivou, que há muito encetou a sua viagem, ultrapassando fronteiras e alcançando a intemporalidade, também esta mostra pretende viajar, contribuindo para a construção de um mundo mais inclusivo, justo e fraterno», diz a autarquia.

A exposição percorre diverso conteúdo documental, com imagens e textos cronologicamente fixados, dedicados ao percurso de Grândola, vila morena desde aquele Maio de 1964, em que as histórias de José Afonso e da terra da fraternidade se cruzaram, até àquele 25 de Abril «em que tudo, finalmente, pareceu possível».

A exposição encontra-se no Cineteatro Grandolense e pode ser visitada mediante marcação prévia via telefónica (269448036/269450065 ) ou através de correio electrónico (isabelrevez@cm-grandola.pt / jose.abreu@cm-grandola.pt)

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